
Esta semana entra ao serviço o novo membro da equipa do Aloft Hotels, em Cupertino, na Califórnia. Chama-se A.L.O, veio preencher a posição não de ‘butler’ (mordomo), mas sim de “Botlr” e é irresistível. “O A.L.O. tem a ética de trabalho do Wall-E, o humor da Rosie dos The Jetsons e faz-me lembrar do meu 'robot' favorito de infância, o R2-D2”, conta Brian McGuinness, ‘Global Brand Leader’ da Starwood Hotels & Resorts, grupo da qual o hotel faz parte. O principal trabalho do A.L.O., que também terá tarefas nos bastidores do hotel, vai ser transportar aquilo que os clientes solicitarem até à porta do seu quarto. Com um ‘tablet’ a fazer as vezes de rosto, “vestido” à medida, com um uniforme com um laço preto e emitindo uns leves sons robóticos, o A.L.O interage com os hóspedes, pedindo uma avaliação e sugerindo que estes lhe dêem gorjetas em forma de ‘tweets’. Já não é a primeira vez que os 'tweets' são utilizados para trocas comerciais. Ainda na semana passada, o estilista Marc Jacobs abriu a sua segunda loja 'pop-up' em que o pagamento era feito em ‘tweets’. O lançamento do A.L.O. é também uma estratégia de marketing, apelando a um grande número de viajantes adeptos de tecnologia que passa pelo hotel Aloft, em Cupertino. CLM